República de Malta, Gozo

Malta, uma ilha paradisíaca no sul da Europa


Malta é um dos destinos mais incríveis da Europa.  Para quem não sabe, Malta é uma ilha, paradisíaca, situada no mar Mediterrâneo, entre a África e a Sicília. É um país da União Européia e suas línguas oficiais são o inglês e o maltês.

Apesar de ser um país pequeno, há muito a ser dito. Quem vai à Malta respira história em cada canto. Por mais que você não goste de história, não há como fugir. É impossível não sentir a energia que emana desse país e além disso, o cenário é épico; quase uma viagem no tempo. É o destino ideal para quem quer se deliciar nas praias paradisíacas da ilha, conhecer um país antigo e histórico e ainda por cima comer muito bem. E tudo isso a um preço médio, pois Malta não é um país caro.

O que fazer em Malta?

Depende da época do ano. O ideal é não ir no inverno. O resto do ano tem temperaturas amenas e nunca é muito frio, mas como existem muitas praias lindas, bom mesmo é aproveitá-las!

As fotos acima foram tiradas em St. Peter’s Pool, uma praia de águas cristalinas, onde é possível saltar e fazer snorkeling (mergulho em águas rasas para ver os corais), além de caminhar pela costa e tomar sol. Imperdível!

Além das praias na ilha de Malta,  existem também duas grandes ilhas, chamadas Gozo e Comino, que fazem parte da República de Malta. Para visitar essas ilhas, o legal é comprar um pacote turístico, onde estão incluídos todos os meios de transporte e passeios. No centro da cidade existem lojinhas especializadas nesse tipo de serviço. Vale a pena dar uma conferida. O passeio não é caro e vale e vale cada segundo.

As fotos abaixo são da Blue Lagoon, uma das praias mais exuberantes da ilha de Comino, situada entre Malta e Gozo.

Ao longo do passeio vários pontos turísticos, históricos e mitológicos podem ser visitados, além de cenários de muitos filmes.

Em Malta também não se deve deixar de conhecer a Medina (Mdina), cidade murada, antiga capital do país, que preserva palácios e construções religiosas do século XV.  Atualmente, famílias aristocratas ainda vivem no local.

Malta é incrível, super aconselho e em breve escrevo um pouquinho mais sobre esse paraíso! Se não sabe para onde ir na Europa, vai pra Malta!

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Por Karen Loewenthal.

Intercâmbio no exterior: como lidar com as emoções?


Quando decidi que ia fazer intercâmbio na Europa, sozinha, longe da família e dos amigos, sabia que teria um grande desafio pela frente: lidar com as emoções. Não há como fugir, seres humanos são pura emoção. Somos movidos pelas emoções o tempo todo. Mesmo, antes de um raciocínio, existe uma emoção.  Claro, que cada pessoa reage de uma forma, mas há poucos dias uma leitora do blog me perguntou como foi lidar com as emoções no período em que morei no exterior, achei uma ótima pergunta e resolvi escrever esse post.

Quando fui viajar, não tinha data para voltar, não sabia se iria voltar e viajei sozinha para países onde não conhecia absolutamente ninguém. Difícil? Sim. Além disso, eu estava doente. Tive a maior gripe e crise de sinusite que já tive na vida. Meu inglês? Na época, o meu nível era intermediário, mas até se acostumar com o sotaque, leva um tempo. Então, no início, é normal entender pouco ou quase nada do que os outros estão falando.

Solidão, barreiras na comunicação, estar fora da nossa zona de conforto são fatores suficientes para desorganizar as emoções de qualquer pessoa. Quando cheguei em Londres, doente e cansada,  as dificuldades começaram assim que desembarquei no aeroporto e fui pedir informações sobre onde eu deveria pegar o trem e só entendia a metade do que me explicavam. Sabia que havia alguma informação importante que eu não entendia.  Primeira barreira a ser enfrentada: a comunicação!

No fim, tudo deu certo. Há sempre alguém para ajudar. Cheguei no meu destino sã e salva, tomei banho e dormi. Acordei no dia seguinte para ir à aula. Abri a cortina, estava chovendo e eu ali sozinha como nunca estive antes, chorei. Chorei muito. Foi um misto de tristeza,  incerteza e saudade antecipada.  Minha família e meus amigos nunca fizeram tanto sentido na minha vida. Naquele momento um sentimento de valorização das pessoas que amo, invadiu a minha alma e acho que algo realmente mudou dentro de mim. Como o sofrimento não é algo que me assusta, chorei, sofri, aprendi, tomei um banho e fui para a aula. Apesar da tristeza, entendo que escolha certa é a escolha feita. E eu havia feito a minha. E, em verdade, não havia motivo algum para chorar. Estava apenas fisicamente distante das pessoas que amo. Mas elas ainda estavam lá, em algum lugar, esperando por mim, sempre de braços abertos e me dando o maior apoio.

Então depois de chorar todas as lágrimas do mundo, lembrei que estava vivendo uma experiência incrível e que ainda tinha muita coisa para acontecer, conhecer e aprender. Além disso, estava na terra da rainha, morando na mesma rua onde morava Margaret Thatcher (um exemplo de força feminina), em um dos bairros mais lindos de Londres, então, existe mesmo algo para lamentar?

Claro que sempre existe algo para lamentar, seres humanos adoram lamentar, mas não existe escolha sem renúncias e devemos estar conscientes disso, principalmente nos momentos em que bate a solidão e a tristeza. Esses sentimentos fazem parte das nossas vidas e podemos sentí-los mesmo quando estamos rodeados de pessoas. Porém, no exterior, sozinho, obviamente, são mais constantes.

Lidar com esses sentimentos não é fácil para muitas pessoas. Já conheci gente que foi pra passar um ano e ficou dois dias e voltou para o Brasil. Verdade! E o mais estranho é que todos eram homens. Parece que as mulheres são mais fortes nessas situações. Acho que é por que têm mais fé, mais capacidade de adaptação e paciência.

Aliás, paciência é fundamental para ser bem sucedido em seu intercâmbio. No início tudo é mais difícil, mas com o tempo, conhecemos pessoas maravilhosas que passam a ser nossa nova família, criamos vínculos com essas pessoas e a vida se reconstrói, aos poucos, mas vai acontecendo. À medida que a vida começa a se reestruturar, outras oportunidades vão aparecendo e a dor de estar longe da família e dos amigos se transforma em desejo de dar um abraço e passar um dia juntos. Saudade, pura e simplesmente, saudade. Mas, diferente do sentimento inicial, o sofrimento desaparece.

Então, não se desesperem quando bater a saudade, a solidão, a tristeza. Mantenha-se forte e não esqueça dos seus objetivos principais. A transição leva um tempo e para que a mesma ocorra de forma leve e saudável, o melhor conselho que posso dar é: viva o momento. Seja feliz com o que e quem você tem nesse exato momento e certamente encontrará o sucesso.  Intercâmbio é uma das mais fantásticas experiências na vida de uma pessoa. Ter uma oportunidade dessas e não aproveitar é apenas motivo para lamentações e frustrações futuras.

Por Karen Loewenthal

 

 

Fernando de Noronha: O Paraíso Brasileiro


Muitas vezes ficamos tão encantados com as belezas mundo afora que nos esquecemos das que podemos encontrar aqui, no nosso próprio país. Segundo o ranking Country Brand Index (CBI), elaborado pela empresa FutureBrand, o Brasil é considerado o segundo país com as melhores praias pelos turistas! E, dentre as várias opções que encontramos por aqui, com certeza as praias de Fernando de Noronha estão entre as mais bonitas – o Guia Quatro Rodas, por exemplo, considera apenas quatro praias brasileiras cinco estrelas, e três delas ficam em Fernando de Noronha. É mole? Com águas cristalinas, uma incrível vida marinha e paisagens tropicais de tirar o fôlego, podemos dizer que o arquipélago de Fernando de Noronha é o lugar mais bonito do Brasil!

PONTOS TURÍSTICOS
Lá existem as chamadas praias do Mar de Dentro, que são voltadas para a costa brasileira, e do Mar de Fora, voltadas para o mar aberto, em direção ao continente africano. No Mar de Fora, o indicado é curtir ao máximo todas as belezas que a Baía do Sancho, que foi eleita a praia mais bonita do Brasil, oferece, com águas cristalinas e paisagens incríveis formadas pelas falésias. Já no Mar de Dentro, a Praia do Leão proporciona uma linda visão com sua areia avermelhada, sendo a maior praia do arquipélago e também a mais deserta. Nela, é possível ver a desova noturna das tartarugas marinhas – mas, claro, sempre com supervisores do projeto TAMAR para não prejudicar o trabalho da natureza!

Foto: Baía do Sancho; Reprodução.

Foto: Praia do Leão; © Alex Uchoa/Reprodução.

Foto: Nascimento de tartarugas na Praia do Leão; Reprodução.

Com apenas 100 metros de extensão, a Baía dos Porcos atrai os olhares dos turistas pelas suas piscinas naturais em azul turquesa. Ainda é possível participar do batismo de mergulho com equipamentos, perfeito para as águas praticamente transparentes de Fernando de Noronha. Mas para quem considera o programa radical demais, existe outra opção – o Projeto Navi –, uma hidro nave de observação equipada com uma lente que amplia em até três vezes a natureza marinha, na qual os passageiros podem observar o fundo do mar e os animais que por ali passarem.


Foto: Baía dos Porcos; © Alex Uchoa/Reprodução.

DICAS PARA MERGULHAR
Em alguns locais, o mar é perfeito para mergulhos, e isso é o que não falta em Noronha! Além da Baía dos Porcos, também é possível mergulhar na Baía do Sueste, que possui uma larga faixa de areia, pequenas ilhotas e águas calmas, o que privilegia o famoso mergulho com as tartarugas marinhas e tubarões amigáveis que nadam pela baía. Essa é também uma praia muito conhecida por possuir uma esteira de 40 m de extensão para facilitar o acesso de cadeirantes à praia, que podem até mesmo entrar no mar com ajuda de cadeiras especiais fornecidas no local. Não é demais?
Outra ótima opção de mergulho é a Praia da Atalaia, que é protegida por recifes, o que forma uma grande piscina natural na maré baixa, sendo um dos principais berçários marinhos de Fernando de Noronha. O acesso é controlado e só é possível com a presença de um guia credenciado. Além disso, é estritamente proibido o uso de protetor solar no local, pois, quando liberado no mar, pode prejudicar os animais marinhos. Para o mergulho livre, cada turma pode ficar até 30 minutos no mar, e é possível alugar máscara e snorkel no início da trilha que dá acesso à praia. Vale muito a pena!


Foto: Mergulho com tartarugas na Baía do Sueste; Reprodução.


Foto: Snorkeling na Praia da Atalaia; Reprodução.


Foto: Mergulho de snorkel; Reprodução.

ONDE FICAR
Fernando de Noronha é muito cobiçado por turistas, mas, devido ao controle ambiental, há pouquíssimos terrenos livres. Isso faz com que as diárias das pousadas sejam mais altas que as de outras praias brasileiras, tornando o arquipélago um destino caro. Mas Fernando de Noronha ainda possui opções mais econômicas de hospedagem, como as pousadas domiciliares, que surgiram quando os turistas começaram a visitar a ilha nos anos 80 e se hospedavam nas casas dos moradores locais. Hoje em dia, essas pousadas se profissionalizaram, mesmo ainda sendo modestas. As mais indicadas possuem diárias que variam de R$ 300,00 a R$ 600,00.
Desde a Vila dos Remédios – centro histórico de Noronha e super badalado durante a noite – até a ponta do Sueste, também é possível encontrar um número considerável de pousadas de luxo com paisagens incríveis, e controle ambiental rigoroso.
As pousadas também oferecem restaurantes requintados com pescados e frutos do mar, mas os preços são mais altos. Ainda existem muitas opções que possuem pratos de até R$ 35,00, para quem prefere economizar nas refeições.

COMO CIRCULAR
Para circular pela ilha, as possibilidades são muitas e, dependendo do local de hospedagem, os turistas podem fazer vários programas a pé. Táxis-bugues possuem preços tabelados, porém altos, e micro-ônibus circulam pela BR-363 – única estrada em boas condições da ilha –, ligando o Porto de Santo Antônio à Baía do Sueste. Também é muito comum por lá pegar e oferecer carona! Para quem quer mais autonomia, o aluguel de bugues vária de R$ 100,00 a R$ 200,00 por dia, e a gasolina fica por conta do viajante – mas vale avisar que é uma das mais caras do país!


Foto: Pousada Maravilha em Fernando de Noronha; Reprodução.

QUANDO IR
A época mais seca em Fernando de Noronha se estende do final de Agosto a Fevereiro, e a época de chuvas ocorre entre Março e Agosto, mas até mesmo nesse período as manhãs e tardes de muito sol prevalecem. Na baixa temporada, entre Abril e Junho, a ilha está mais vazia e é possível negociar valores com as pousadas. Mas é muito importante estar atento às condições do mar, que fica perfeito para mergulho de Abril a Outubro – principalmente o Mar de Dentro, voltado para a costa brasileira. Já entre Dezembro e Março, o swell cria ondas incríveis para quem vai à ilha para surfar, principalmente na região de Cacimba do Padre, onde ficam as famosas pedras gêmeas conhecidas como Dois Irmãos.


Foto: As águas cristalinas e calmas de Fernando de Noronha; Reprodução.

A fim de proteger as belezas naturais de Fernando de Noronha, há um número limite de visitantes na ilha: apenas 600 pessoas podem visitá-la por dia, e também é preciso pagar uma taxa diária de preservação ambiental, de R$ 45,60, podendo ser paga pela internet ou no próprio aeroporto. Além disso, é preciso adquirir um ingresso válido por 10 dias para entrar na ilha, pelo valor de R$ 65,00 para brasileiros, e R$ 130,00 para estrangeiros.
Mas, vamos combinar: com todas essas maravilhas, vale a pena ir economizando para conhecer Fernando de Noronha, não é? Todo o brasileiro deveria sentir orgulho desse pedacinho de céu aqui na Terra, e ajudar para que ele continue lindo, limpo e perfeito para a vida marinha. :)

Esse post é uma contribuição da equipe da GOL para o blog Vida de Viajante.

10 Cidades Europeias para Conhecer


A Europa é mesmo linda e mágica, cheia de lugares incríveis para conhecermos, e de atividades de todos os tipos para aproveitarmos os dias de estada por lá! Mas para quem vai pela primeira vez ao continente, algumas cidades são visita obrigatória, praticamente clássicos e patrimônios europeus – e olha, valem a viagem mesmo. Cheias de história, cultura, belezas naturais, arquitetura de cair os olhos e até mesmo lojas e restaurantes famosos, essas são as 10 cidades europeias que você precisa conhecer quando estiver por lá!

1.Amsterdam

Foto: © Matthias Haker, 2013/Reprodução.

Amsterdam é a capital da Holanda, conhecida pelos seus canais, pelas tulipas e arquitetura icônica. Um lugar super charmoso com carinha de cidade pequena, perfeito para ser explorado em uma das milhares de bicicletas que se encontram por lá, e aproveitar a sensação de liberdade que impera na capital. Além das belezas arquitetônicas e do visual incrível que os canais proporcionam ao cruzar a cidade, Amsterdam também oferece muita cultura e arte, basta visitar os museus de arte como o Rembrandthuis e Van Gogh, que são paradas obrigatórias. Se estiver planejando visitar a cidade, aproveite a primavera do hemisfério norte, quando as tulipas estão florescendo – o visual é incrível e fica na memória pra sempre!

2.Barcelona

Foto: Parque Güell – Reprodução.

Para quem ama arquitetura, gastronomia de qualidade e muito agito, Barcelona é o lugar! Uma das cidades mais agitadas e vibrantes do velho continente, a cidade oferece mil e umas opções de entretenimento, desde restaurantes tradicionais e bares super bacanas, a concertos de música catalã e museus, que vão de Antonio Gaudí a Picasso. No verão europeu, é possível até mesmo pegar uma boa praia em Barcelona, mas o movimento é intenso, já que é alta temporada. A dica é ir durante a primavera ou outono de lá.

3.Berlim

Foto: Berlim – Reprodução.

Berlim é a mistura perfeita do moderno e histórico, uma cidade que não deixa a desejar. Para quem procura tomar um banho de história, a cidade tem de sobra – partes do famoso Muro de Berlim e lembranças da Guerra Fria foram conservadas, assim como o bunker onde Hitler ficou nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, que é aberto para visitas. Não deixe de visitar a famosa catedral Berliner Dom, incrivelmente linda por dentro e que conta com um gigantesco órgão, a torre de televisão Berliner Fernsehturm e o restaurante giratório em seu interior, o Parlamento Reichstag, um dos maiores símbolos históricos da Alemanha, e o Memorial do Holocausto, além dos outros vários pontos turísticos, culturais, históricos e de entretenimento da cidade.

4.Londres

Foto: Parlamento inglês e Big Ben/Reprodução.

Londres é a principal metrópole europeia. A cidade da rainha, do chá das 17h, dos ônibus de dois andares e da Abbey Road, para os amantes de Beatles, é um lugar para todos os tipos de pessoa. O que não falta lá é cultura, história, arquitetura, lugares superbacanas para ir, ótimos hotéis e restaurantes, e lojas de primeira linha, já que é a terra natal de várias grifes e, todo ano, dá lugar à semana de moda londrina. Assistir a troca da Guarda Real no Palácio de Buckingham é uma das coisas que não se pode perder enquanto estiver por lá. Além disso, Londres conta com diversos parques e pontos turísticos como o Big Ben, London Eye e London Bridge, e muitos museus e galerias. Uma cidade para se visitar em qualquer época do ano – porque Londres está sempre linda!

5.Milão

Foto: Duomo di Milano/Reprodução.

Localizada no norte da Itália e, logo, mais perto do que Roma de outros países como Alemanha e França, Milão é um recanto cosmopolita. É a segunda maior cidade italiana, e muitas são as suas atrações – desde uma badalada semana de moda a famosas obras de arte e pinturas dentro de igrejas que são marcos arquitetônicos. Em Milão está a famosa obra “Santa Ceia”, de Leonardo Da Vinci, o Estádio San Siro, o Castello Sforzesco, e vários restaurantes de primeira, teatros e museus. Além disso, a cidade oferece roteiros mais luxuosos e também muito econômicos, variando entre alguns dos hotéis mais caros da Europa, e opções baratas e de qualidade – é um ótimo destino independente do quanto levar para gastar lá. Milão não oferece tantas paisagens como outras cidades europeias, mas compensa a falta delas com bastante cultura e diversão!

6.Paris

Foto: Museu do Louvre/Reprodução.

Paris é simplesmente a cidade mais romântica e charmosa do mundo! E ainda conta com uma riquíssima história e diversas atrações para contá-la. Para quem gosta de artes, é o point certo – a cidade possui diversos museus, livrarias famosas, cafés frequentados por artistas, e obras de arte por todos os lugares. Além disso, são muitos os hotéis e restaurantes luxuosos na cidade, bem como grifes famosas e icônicas da moda francesa, e lojinhas e feirinhas muito charmosas encontradas em vários pontos da cidade. Mas Paris também oferece opções econômicas de hospedagem, entretenimento e transporte, sendo acessível para diversos gostos. A Torre Eiffel, o Museu do Louvre, o Centro Pompidou, o Jardim Luxemburgo e o Arco do Triunfo são lugares que todo visitante deve conhecer quando estiver na cidade. A primavera em Paris é linda, já que a vegetação em torno do Rio Sena está florescendo e os dias não são tão quentes, mas, no Natal, você encontra uma Paris completamente iluminada e enfeitada!

7.Praga

Foto: Praga/Reprodução.

Praga é sobrevivente de guerras e conflitos políticos, e considerada hoje uma das mais bonitas capitais do leste Europeu. Com o charme das ruelas, pontes e construções próximas ao Rio Vltava, é fácil entender por que Praga é considerada patrimônio histórico da humanidade pela UNESCO. Lá se encontram mansões e castelos de arquitetura renascentista, catedrais góticas, conventos barrocos e pontes medievais, representando a riquíssima história e arquitetura local. Na Praça Central, é possível assistir shows de artistas de rua e aproveitar o tempo em um dos muitos cafés da cidade. O Castelo de Praga abriga o governo da República Checa e a residência oficial do presidente, e shows de jazz e espetáculos de ópera ocorrem a todo o momento na cidade, que oferece muitas atrações culturais, como a residência de Franz Kafka e o museu em sua homenagem. Além disso, o relógio astronômico é uma grande atração local, que de hora em hora reúne uma multidão de curiosos a sua volta.

8.Roma

Foto: Fontana di Trevi/Reprodução.

De todas as cidades dessa lista, Roma é muito provavelmente a mais rica em história. Passamos anos na escola ouvindo sobre os feitos e a grandiosidade do Império Romano, e é na própria capital que podemos encher os olhos com as belezas dessa história. Pode-se dizer que é a cidade turística mais antiga, já que, por mais de dois milênios, milhares de visitantes vão à cidade conhecer o Coliseu, o Pantheon, o Fórum Romano, a Praça da Espanha, a fonte dos desejos (foto), e o Vaticano. Com muitos restaurantes e pizzarias, Roma oferece o melhor da culinária italiana! A melhor época para visitá-la é durante a primavera e o outono, pois no verão faz muito calor na cidade.

9.São Petersburgo

Foto: © Sergei Nagorny/Reprodução.

A grandiosidade das catedrais e palácios encanta qualquer um que visita São Petersburgo, que foi governada pelos czares da Rússia por mais de dois séculos. A beleza dos canais que cruzam a cidade até faz lembrar um pouco de Veneza, mas São Petersburgo é única e repleta de opções para conhecer a cultura local, lindos jardins, cores, operas e ballet. Apesar do frio rigoroso que toma conta do país no inverno, a cidade fica coberta de neve e proporciona um visual charmoso e inesquecível. Para quem não pretende enfrentar esse frio todo, a melhor época para visitar a cidade é na primavera. A Igreja do Salvador do Sangue Derramado (foto), o museu Hermitage e o Palácio Catherine, além das várias catedrais, são lugares onde a parada é obrigatória!

10.Viena

Foto: Reprodução.

Acredite se quiser, mas Viena já foi considerada sem vida e ultrapassada. Atualmente, a cidade se redescobriu e é um dos destinos mais visitados da Europa, com belos monumentos, palácios, museus e teatros que carregam consigo a história da cidade. Além disso, Viena possui hoje ótimos restaurantes e bares, e novas opções sempre surgem na cidade. Com seus belos jardins, é considerada uma das cidades mais frescas e bonitas de toda a Europa. No inverno, a neve traz ainda mais charme à Viena, mas visitá-la no verão também é uma ótima opção, já que o clima é ameno e confortável.

Das incríveis cidades do top 10, qual é a sua preferida, e qual gostaria de conhecer? Fica difícil escolher uma só!

Esse post é uma contribuição da equipe da GOL para o blog Vida de Viajante.

O Regresso ao Brasil – Amor 6 x Ódio 8


Quem nunca ouviu falar da síndrome do regresso? Pois então, a síndrome do regresso é um termo utilizado para explicar o que acontece àqueles que retornam ao país de origem, após longo período de vivência no exterior. Todos concordam: é difícil se readaptar; sempre bate uma depressão e aquele sentimento de querer fugir do país que um dia foi a sua pátria, é normal.

Comigo não foi diferente. Retornei ao Brasil ano passado, depois de alguns anos vivendo no exterior. Os primeiros seis meses foram bem difíceis. São muitas as diferenças e motivos que tornam difícil a readaptação. Mas uma coisa é certa: se você é brasileiro, você é brasileiro, mesmo que não queira, não há como fugir. Então, por mais que demore seis meses ou um ano, uma hora você se readaptará, é questão de sobrevivência. O que acontece, porém, é que  aprendi a real diferença entre países desenvolvidos e países subdesenvolvidos e entendi perfeitamente por que o Brasil se encaixa na segunda categoria.

Hoje, o que tenho dentro de mim é um sentimento de amor pelas coisas bonitas e ódio por tudo aquilo que impede o nosso país de crescer:

Amo o Brasil pela alegria do seu povo que, mesmo perante tantas tristezas, é um povo alegre e solidário.

Amo o Brasil pela sua fauna e flora diversificada e exuberante.

Amo o Brasil, pois é aqui que está a minha família e a maior parte dos meus amigos.

Amo o Brasil pelo clima e pelas praias.

Amo o Brasil pela riqueza de alimentos, aromas, cores e sabores.

Amo o Brasil pelos dias ensolarados.

Odeio o Brasil pelos impostos e preços abusivos.

Odeio o Brasil pela falta de educação das pessoas no trânsito, nas ruas e em qualquer lugar.

Odeio o Brasil por causa do governo que desrespeita o seu povo.

Odeio o Brasil pela falta segurança e violência.

Odeio o Brasil pela falta de qualidade nos serviços públicos.

Odeio o Brasil por não proporcionar uma vida digna aos seus trabalhadores.

Odeio o Brasil pelo seus sistema de incentivo ao capitalismo selvagem.

Odeio o Brasil por que o povo reclama, mas não se dá conta que é o culpado.

Mas, mesmo havendo mais motivos para odiar do que para amar, ainda assim sou brasileira e o amor sempre vai falar mais alto. Por isso, enquanto puder, farei o possível para mudar essa realidade. E para começar,  me arrisco dizendo que o que realmente falta no povo brasileiro é empatia. Se houvesse mais empatia, haveria menos egoísmo, menos “enriquecer às custas dos outros”, menos “caixas 2″, menos desvio de verbas públicas, menos roubo, menos traição, mais amor, mais igualdade e mais solidariedade.

Para fazer um país melhor é preciso pensar coletivamente e isso implica em agir de acordo com aquilo que é melhor para todos e não apenas para si mesmo. Parece tão simples, mas por que é tão difícil?

Vamos lá meu povo, mais empatia, por favor!

Por Karen Loewenthal

 

7 dias viajando sozinha pela Sicília


Minha viagem à Sicília foi a primeira experiência que tive viajando sozinha na Europa. Foram sete dias, sendo que quatro dias em Trapani e três dias em Palermo, capital da Sicília.

Escolhi visitar a Sicília por dois motivos: o primeiro, por ter me impressionado com a beleza das praias paradisíacas da ilha e o segundo, pela proximidade à Malta, que foi o meu destino anterior. O voo de Malta à Sicília foi o mais curto que já fiz na minha vida, levou menos de 20 minutos.

Meu roteiro de viagem

Chegando à Sicília

Desembarquei no aeroporto de Trapani à noite e peguei um coach bus para o centro da cidade, onde estava localizado o meu hotel. Para minha sorte o ônibus parava exatamente em frente ao hotel, que estava situado no mesmo prédio de um conhecido bar, de mesmo dono. Ao chegar fui recepcionada pela  Nádia; proprietária do hotel, brasileira e muito simpática, fez com que eu me sentisse imediatamente acolhida e segura na cidade.

Dia 1 – Passeio pelo centro de Trapani


No primeiro dia, acordei, desci para o bar e fui experimentar o café da manhã. Era possível escolher um entre os diversos doces oferecidos e um dos cafés. Escolhi a sugestão da dona e ela trouxe uma versão gigante de um tipo de sonho recheado com creme de ricota, simplesmente delicioso. A verdade é que não estava acostumada a comer esse tipo de doce no café da manhã, mas depois de uma semana, aqueles doces deliciosos já haviam se tornado parte do meu desjejum. Durante a manhã fui caminhar pela costa e aproveitar a praia. Era outubro, e a temperatura estava em torno de 23 graus.

Dia 2 – Passeio na paradisíaca ilha de Favignana

Favignana é uma das ilhas mais lindas da costa noroeste da Sicília. Para chegar à ilha é necessário pegar um barco no centro de Trapani. O trajeto é curto e o preço do ticket bem acessível. Lá, é possível alugar uma bicicleta ou uma vespa para explorar a ilha.  A ilha é pequena e dá para fazer muitas coisa caminhando, mas isso depende do que você está disposto a fazer.

Eu queria explorar as praias, então deixei de lado os museus para conhecer toda a costa de bicicleta. Como a ilha é bem plana, o passeio não é cansativo e é espetacular, pois ao longo do caminho surgem praias incríveis e exuberantes, castelos e grutas. Além disso, no centro da cidade é possível encontrar restaurantes pequenos e aconchegantes com comidas típicas e saborosíssimas. Visitar e passar o dia em Favignana é um passeio barato e a ilha é simplesmente fantástica. Um excelente destino para a prática de mergulho e para os amantes de praias paradisíacas.

Dia 3 – Pelas praias de San Vito lo Capo


No terceiro dia resolvi visitar San Vito lo Capo, outra praia linda da Sicília. Peguei um ônibus em Trapani e o trajeto durou um pouco mais de uma hora. Não era alta temporada, então a praia estava tranquila e super agradável. San Vito não é uma praia muito grande, mas tem uma boa estrutura ao redor com hotéis e restaurantes. O caminho entre Trapani e San Vito é lindo e o pôr do sol na beira da praia mais ainda. Só fique atento para não perder o último ônibus de volta, como eu fiz. :s

Dia 4 – Visita ao Erice e ida para Palermo


O Erice é uma cidade medieval de mais de três mil anos, localizada no topo do monte Érix, a doze quilômetros de Trapani. O monte, de 750 metros de altitude, dispõe de uma vista ampla, podendo-se observar Trapani, algumas cidades ao redor e até mesmo o vulcão Etna. Diz-se que, quando o céu está bem limpo, é possível ver a costa da África.
Além disso, existem lindos castelos medievais, igrejas, catedrais, restaurantes e lojas para serem visitados. A arquitetura é antiga, muito bem conservada e fascinante.
O acesso ao Erice pode ser feito via teleférico, ônibus e táxi. Mas quando tem muito vento o teleférico para de funcionar. Não deixe de visitar o castelo de Vênus, a Chiesa Madre, igreja construída no século 14 e os mirantes do monte. Aproveite o final da tarde para relaxar no centro histórico e experimentar comidas e bebidas típicas da região.

Ao final da tarde, retornei ao hotel, peguei as minhas malas e um ônibus para Palermo. Escolhi Palermo pois havia comprado uma passagem de navio de Palermo para Nápoles e queria visitar o Etna. Então achei que o melhor seria me hospedar por lá mesmo.

Dia 5 – Palermo, a capital da Sicília


Acordei e fui caminhar por Palermo. Em algumas ruas é difícil caminhar, pois as calçadas são muito estreitas e muitas pessoas estacionam os carros e vespas sobre as calçadas, obrigando o pedestre a caminhar pelo meio de rua. Nunca vi tantas motinhos na minha vida. São milhares! Mas o pior não é isso, o pior é que os motociclistas não param no sinal vermelho e buzinam o tempo todo para que os outros saiam de sua frente. É preciso ter muito cuidado ao atravessar as ruas para não ser atropelado por um deles.
Ao caminhar pela cidade encontrei um feira de frutas, típica da região. Fui conhecer a feira e fazer umas comprinhas. Tudo estava indo bem até eu começar a ser perseguida por um italiano de uns sessenta anos que me chamava de “carina”, “carina, come stai?”. Voltei correndo para o hotel.
À tarde fui conhecer a catedral e explorar o centro da cidade.  A catedral e o centro são bonitos, mas a cidade não é segura e além disso a sujeira e a falta de educação das pessoas me deixou chocada e não consegui aproveitar muito o meu passeio. Na época, ouvi falar que a cidade estava suja daquele jeito por que os mafiosos, que também são responsáveis pelas empresas públicas de limpeza da cidade, estavam presos. Alguma semelhança???

Dia 6 – Suposta visita ao Etna

Nesse dia meu plano era visitar o vulcão Etna. Porém, o Etna está localizado a mais de duzentos quilômetros da cidade. Eu precisava pegar um ônibus às seis horas da manhã. Acordei às cinco horas, olhei pela janela, estava escuro e chovendo. Não fui. Fiquei com medo de sair na rua aquela hora.

Infelizmente não era o que estava planejado, mas essa foi a única vez que não me senti segura em uma cidade. Então, resolvi dormir até amanhecer o dia. Para minha sorte, fiz dois amigos nessa jornada, que tornaram minha estada em Palermo mais aprazível. Mas se não fosse isso, estaria perdida.

Dia 7 – Ferry para Nápoles e o louco do dono do hotel

Acordei com as batidas na porta. Era o café da manhã. Quando abri a porta, o dono do hotel, que veio trazer o café, começou a me xingar pois ele viu que eu havia usado a colcha da outra cama que havia em meu quarto. Disse que eu tinha pago por apenas uma cama e não duas, mas estava usando as duas. Mas a questão é que havia pago por um quarto individual e eles me colocaram em um quarto com duas camas. Eu estava sonolenta, mal consegui reagir e tudo o que falei ele não entendia, pois além de não falar inglês, não parava de falar. Tentei explicar que estava com frio, mas não o suficiente para usar um cobertor e que por isso peguei a colcha. E ele continuou insistindo que eu havia pago por apenas uma cama. Queria sumir daquele lugar o mais rápido possível e para a minha sorte aquele era o dia da minha partida.
De lá, peguei o navio para Nápoles. Mas essa história é para o próximo post. ;-)

Por Karen Loewenthal, Vida de Viajante.

 

 

 

 

Você conhece a Grã-Bretanha?


Que tal conhecer um pouco da cultura britânica através de sons e imagens?

A Grã-Bretanha, constituída pela Inglaterra, Escócia e País de Gales é uma das mais belas ilhas do norte europeu.  Famosa mundialmente pela sua cultura, história, arte e tradição, recebe e encanta turistas do mundo inteiro.

Com o intuito de difundir a cultura britânica no Brasil e incentivar o turismo nos países da Grã-Bretanha, foi lançada no Brasil recentemente, a campanha Sounds of Great Britain (Sons da Grã-Bretanha). A ideia da campanha, que é muito bacana e inovadora, é de transmitir um pouco da cultura desses países, através de sons e imagens típicos da cultura britânica . O vídeo, de apenas trinta segundos, mostra imagens clássicas da cultura britânica, como o chá sendo servido, as comidas típicas, lugares, fisionomias. Vale a pena conferir, se encantar e se inspirar com as belezas da Grã-Bretanha.

Por Karen Loewenthal, Vida de Viajante – Blog de Viagem e Turismo

Saint Patrick’s Day


Dia de São Patrício
St. Patrick Dublin

Comemorado no dia dezessete de março, o dia de Saint Patrick, ou São Patrício, é conhecido mundialmente. Saint Patrick é o santo padroeiro da Irlanda e um dos santos mais populares do mundo. Nesta data, as pessoas saem às ruas com vestimentas na cor verde, trevos pintados no rosto e muita alegria para festejar e homenagear Saint Patrick. Na Irlanda é feriado nacional e em Dublin acontece a maior comemoração festiva do país. A cidade pára para ver o desfile com carros alegóricos e pessoas fantasiadas. Todos saem às ruas para comemorar. As ruas e pubs de Dublin recebem milhares de pessoas; jovens, adultos, crianças, velhos, irlandeses e turistas se unem para celebrar a festividade. Todos comemoram e se divertem, mas, você sabe quem foi Saint Patrick?

Além de ser conhecido como aquele que introduziu o cristianismo na Irlanda, diz a lenda que Saint Patrick também expulsou as cobras do país. É verdade que não existem cobras na Irlanda, mas teoricamente as mesmas foram exterminadas durante a era glacial e, pelo fato de o país ser uma ilha no norte do oceano Atlântico, dificultou a chegada de novas cobras. Alguns dizem que as cobras referidas na lenda, fazem apenas uma menção simbólica ao paganismo e expulsá-las é apenas um significado metafórico para dizer que St. Patrick expulsou os pagãos ao introduzir o cristianismo no país.

Mas lendas a parte, o que realmente se tem certeza sobre a vida de Saint Patrick é o que consta nos livros escritos por ele mesmo: The Confessio, uma autobiografia espiritual e a Epístola, uma denúncia sobre os maus tratos realizados pelos Ingleses aos irlandeses cristãos. Porém, nesses livros não existem muitos dados sobre sua vida, então não há certeza em relação a datas, mas acredita-se que Saint Patrick nasceu na Escócia no ano de 387 e morreu na Irlanda no dia 17 de março de 461. Quando ele era adolescente, aos 14 anos, foi capturado e escravizado na Irlanda. Durante o período de cativeiro, Patrick se voltou a Deus e em um de seus livros ele escreveu: ” O amor de Deus e o medo cresciam em mim progressivamente, mas na mesma proporção crescia a minha fé. Minha alma estava rosada e eu rezava centenas de vezes ao longo do dia e mais centenas ao longo da noite. Eu rezava no meio da floresta e sobre as montanhas até o amanhecer. A chuva e a neve não me causavam nenhuma dor.”

Patrick se libertou do cativeiro aos 20 anos após ter um sonho em que foi orientado a fugir em direção à costa marítima e procurar por um navio e assim ele fez. Ao fugir, encontrou um navio inglês, onde foi abrigado e levado de volta a Inglaterra. Lá, ele reencontrou sua família e passou a estudar em um seminário. No dia 25 de março de 433 ele retornou a Irlanda. Diz-se que ele teve uma visão onde o povo irlandês implorava para que ele voltasse a Irlanda. Ao retornar, ele deu início às suas atividades cristãs, convertendo os irlandeses ao cristianismo. Todos, aos ouvir o que Patrick tinha a dizer, acabavam se convertendo. Ele era um homem humilde e iluminado, que abriu mão de todas as suas riquezas para espalhar a sua palavra, construir igrejas e dedicar a sua vida à religião

Mas por que o trevo é o símbolo de Saint Patrick?

O trevo era usado por Saint Patrick para explicar o cristianismo. Hoje o trevo também  é símbolo da Irlanda, assim como a cor verde.

Por Karen Loewenthal

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20 Dicas para viajar barato na Europa


Quer aprender a viajar sem gastar muito? Leias as dicas que preparei para você.

Viajar barato na Europa é mais fácil do que muitos imaginam. Basta fazer as escolhas certas. Quem quer realizar aquela tão sonhada viagem e acha que o orçamento está curto ou que pode economizar e evitar custos desnecessários,  saiba que um pouco de esforço e dedicação para planejar a viagem pode gerar grande economias.

Confira vinte dicas para viajar barato na Europa:

20 dicas para viajar barato pela Europa
Dicas para viajar barato na Europa
  • Comece com um bom planejamento. Quem não planeja, sempre gastará mais do que havia previsto. Comece a planejar sua viagem com no mínimo seis meses de antecedência. Pesquise, faça tabelas e compare antes de tomar decisões.
  • Pesquise preços de voos  e seguro de viagem de modo eficaz- Antes de definir seu roteiro, verifique se existem voos entre os trechos escolhidos (dentro da Europa), operados por companhias aéreas de baixo custo,  como a Ryanair, Easyjet, Aer Lingus e Norwegian.  Essas companhias oferecem o melhor preço nas passagens aéreas. Verifique diferentes trajetos, inverta as opções e compare preços antes de escolher. Para facilitar a vida e tornar sua pesquisa mais eficaz, sugiro utilizar buscadores como o Mundi e o Skyscanner.  Para pesquisar seguro de viagem, utilize a Real Seguros, lá é possível comparar preços de várias seguradoras de confiança e escolher o que mais se adapta ao seu perfil e ao seu bolso, além da comodidade de fazer tudo online.
  • Fique atento às regras e restrições de bagagem das companhias aéreas para não correr o risco de pagar multa por não respeitar as regras.
  • Conheça a política de cancelamento do seu hostel ou hotel. Antes de fazer a reserva verifique qual a política de cancelamento do estabelecimento e fique atenta em caso de mudança de planos. Evite perder dinheiro com cancelamentos não realizados dentro do prazo.
  • Câmbio – Não troque dinheiro nos aeroportos, sempre cobram as maiores taxas. Procure as casas de câmbio no centro da cidade e se possível deixe para comprar a moeda no país que irá visitar.
  • Considere que o custo para viajar dentro da Europa varia entre os países. Os países escandinavos são as opções mais caras enquanto que os países do leste, as opções mais baratas. O custo de um dia em uma cidade como Oslo, na Noruega, será, no mínimo, o mesmo custo que você terá em três dias em uma cidade como Praga, na República Tcheca.
  • Viaje em baixa temporada – Na Europa a baixa temporada acontece entre outubro e abril. Nessa época as passagens aéreas estão mais baratas e é mais fácil encontrar promoções e ofertas de hotéis, restaurantes, etc. Além do mais, nessa época existem menos turistas e mais europeus pelas ruas, então fica mais fácil de sentir o clima da cidade. Eu super recomendo!
  • Explore  os famosos “Bed and Breakfast” – Os Bed and Breakfast oferecem um ótimo ambiente cultural e aconchegante por um preço até 50% mais barato que os hotéis normais. O melhor buscador na minha opinião é o da Booking. Sempre encontro as melhores opções.
  • Viaje com um amigo - Além de muito mais divertido, sempre mais em conta. É possível dividir o quarto, o piquenique, o guia de viagem, etc.
  • Evite restaurantes turísticos. Os restaurantes de bairro oferecem mais qualidade e preços justos. Peça pelo prato dia.
  • Explore museus gratuitamente – A maioria dos museus oferece um dia da semana com entrada gratuita. Informe-se com antecedência e se possível, aproveite para visitar o museu nesse dia.
  • Compre um passe turístico – Para quem pretende explorar as atrações turísticas da cidade, os passes turísticos são as opções mais econômicas. Por um valor único é possível visitar vários museus e parques, além de fazer tours e receber descontos em transporte, restaurantes, shows e etc.
  • Faça piqueniques – Passe em uma padaria ou supermercado antes de sair para passar o dia fora. Aproveite para comprar deliciosos e diferentes lanchinhos por menos de metade do preço que você gastaria para comprar em um local turístico. Também carregue sempre a sua garrafinha de água.
  • Aproveite o menu early bird e o daily special – Todos os restaurantes na Europa oferecem essas opções, que são bem mais econômicas. O early bird é um jantar servido mais cedo, normalmente entre as 17h e 19h e o daily special é como se fosse o prato do dia. O daily special nem sempre sai muito mais em conta, mas o early bird, sim. Apenas fique atento para não perder a hora.
  • Evite cafés da manha em hotéis – Mesmo que seja tentador, saiba que será sempre mais caro do que tomar o café da manhã na padaria da esquina.
  • Use suas milhas – Tenha um bom programa de milhas, informe-se sobre como adquiri-las e aproveite todas as oportunidades que tiver para pontuar. Pode até demorar um pouco, mas uma hora chega a momento em que é possível usar as milhas para comprar passagens aéreas e obter descontos em hotéis – e é tão bom ser recompensado!!!

Por Karen Loewenthal.

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Leia mais dicas:

Vida na Irlanda – cultura e características


Dublin, a capital da Irlanda, recebe milhares de estudantes brasileiros anualmente. Porém, o que nem todos sabem é que a cultura irlandesa é cheia de particularidades e difere, em muito aspectos, da cultura e da vida no Brasil.

Que tal conhecer um pouquinho mais da cultura irlandesa?

Leia nesse artigo, algumas das principais características e diferenças que fazem da Irlanda um país singular e excelente para se viver.
  • Os irlandeses são alegresApesar de menos emotivos e passionais que os brasileiros, o povo irlandês é muito receptivo, simpático e educados.  A simpatia do irlandês é conhecida mundialmente, destacando a Irlanda como um dos países mais simpáticos e acolhedores do norte europeu. É impossível não se sentir acolhida na Irlanda. 
  • A educação do irlandês é exemplar! Ao caminhar pelas ruas, é comum ouvir, incontáveis vezes, a palavra “sorry“. Isso significa que tem alguém se desculpando por cruzar o seu caminho (mesmo que não esteja atrapalhando em nada) ou pedindo licença para passar (mesmo quando poderia passar sem esbarrar). Ninguém empurra ninguém e quase ninguém fura filas. Se você esquecer alguma coisa em algum lugar, provavelmente não a perderá, as pessoas não costumam pegar o que não lhes pertence, mesmo quando, aparentemente, não exista um dono. Parece que existe um certo acordo oculto de respeito mútuo e colaboração entre as pessoas.
  • Os Irlandeses confiam na sua palavra.  Na Irlanda, a  palavra substitui a identidade e o comprovante de residência para a realização de cadastros; seja para comprar um chip telefônico,  seja para registrar uma ocorrência policial ou para ir a uma consulta médica. Não há necessidade de apresentar documento de identificação e cadastros costumam ser bem simples. Bem diferente do modo que as coisas funcionam no Brasil.
  • As pessoas não ligam para as diferenças.  Assim como acontece na maioria do países da Europa, na Irlanda, ninguém se impressiona ou se importa com as diferenças. Se você vestir uma calça laranja, com uma blusa verde limão, um sapato rosa choque e um chapéu de cowboy amarelo, a maioria das pessoas não vai nem perceber a sua presença. Simplesmente por que elas não ligam, não julgam e estão acostumadas com o que é diferente.
  • Os irlandeses não supervalorizam a aparência física. Na Irlanda, não se prega o estereótipo do corpo extremamente magro ou musculoso (para os homens) e do sorriso perfeito – aquele sorriso branco, com dentes perfeitamente alinhados é algo raro de se ver.  A maioria das pessoas tem corpo mediano, bebe muito, não frequenta a academia, e não se importa com isso. O sorriso perfeito também não é algo almejado pela maior partes dos irlandeses. São raras as pessoas que usam aparelho ortodôntico e percebe-se também, que são raras as pessoas que vão ao dentista regularmente. Eles, simplesmente não se importam e não dão tanto valor a estes atributos. Creio que o fator estético é muito influenciado pelo clima frio, mas não é só isso.
  • A influência e os apelos do marketing são muito mais brandos do que o que estamos acostumados no Brasil. Além disso, o Brasil segue os mesmos padrões estabelecidos pela cultura americana, que é extremamente consumista e marqueteira. Mas isso é outro assunto, a questão é que lá é diferente. Natal, por exemplo, é época de estar com a família, de celebrar e ser feliz.  Não é época de comprar presentes e gastar o que não se tem. A cidade fica impecavelmente enfeitada e o apelo comercial é quase inexistente. Páscoa, nem se fala. Páscoa é época de celebrar a paz, o amor e de ir à missa. Não existe túnel de ovos de chocolate nos supermercados. Os Irlandeses são muito religiosos e levam essas datas muito a sério.
  • No supermercado, também é diferente. Os supermercados são, em sua maioria, pequenos, sem empacotador e se você não levar a sua sacola, terá que pagar por uma. No início estranhei e achei que não sabiam prestar um bom serviços, mas logo me dei conta o quão certo eles estão. Isto é, nada mais, nada menos, que respeito ao meio ambiente e uma forma de educar as pessoas. Assim, todo mundo tem suas próprias sacolas de supermercado, evitando o desperdício e a produção de lixo desnecessária. Agora se você não tiver, terá que pagar em mádia 0.35 centavos de euro, o equivalente a aproximadamente R$1,00 cada. Então, lembre-se de sempre levar a sua quando for às compras.
  • Prepare-se para pagar pelo lixo produzido. Evite comprar produtos embalados em excesso, pois na Irlanda paga-se pelo lixo produzido. O sistema de coleta recolhe apenas os sacos de lixo que vem com etiqueta identificadora. Essa etiqueta deve ser adquirida nos correios e custa 3.5 euros. É caro produzir lixo na Irlanda. E não tente bancar o esperto e largar o lixo na rua sem etiqueta, pois o serviço de coleta irá investigar, abrir o lixo e caso descubram a procedência, o responsável receberá uma multa no valor de 100 euros. Em alguns casos a taxa do lixo está incluída no aluguel e não é necessário comprar a etiqueta. Mas se não for o seu caso, uma opção para economizar é entrar em contato com empresas de coleta seletiva que disponibilizam sacos especiais para o lixo reciclável. Neste caso, não é necessário pagar pelo lixo, mas deve-se respeitar as regras estabelecidas pela coleta.
  • Os irlandeses amam seus pubs, bares e cerveja. Pubs podem ser encontrados até nos mais remotos lugares, como no meio de uma montanha por exemplo. Não importa onde você esteja, sempre haverá um pub por perto e pessoas dentro dele. Acredito que o clima frio e chuvoso contribui para a vida boêmia na cidade. Ao menos, para a minha contribuiu. Considerando que o inverno élongo e rigoroso, são poucos os dias em que é possível ir a um parque e aproveitar a vida ao ar livre. O que restam são os cafés, bares, pubs e restaurantes. São nesses lugares que as pessoas se encontram, confraternizam e se divertem. Lembre-se apenas que a maioria dos bares e pubs fecha cedo, entre 1:00 e 3:00 da manhã. O que faz com que encham cedo também. O ideal é chegar cedo para poder aproveitar.
  • Não é permitido comprar bebidas alcoólicas nos supermercados e lojas de conveniência, após as 22:00. Apenas bares e pubs estão autorizados a vender bebidas após esse horário. Também não é permitido consumir bebidas alcoólicas na rua. Caso você faça, corre o risco de ir preso. Provavelmente não irá, mas a polícia irá colocar toda a sua bebida fora e pedir para que você não beba mais. Nos bares, a medida que as horas vão passando, o valor das bebidas vai aumentando. Não são todos os lugares que têm essa prática, mas é uma prática normal. Então, antes de achar que está sendo roubado, pergunte.
  • Na Irlanda, assim como na Inglaterra, a Garda, polícia irlandesa não usa arma de fogo. Isso faz com que o país mantenha-se protegido contra o tráfico de armas. A regra é simples: policiais não usam armas + armas clandestinas não entram no país = quase inexistência de assalto à mão armada. Casos de assassinato são raríssimos e bancos não possuem porta detectora de metais e muito menos toda aquela chatice de abrir bolsa, esvaziar bolsos, tirar cinto, o casaco e ainda ser “apitado” de novo.

Essas são algumas das principais diferenças que mais me marcaram ao longo dos dois anos em que morei em Dublin.

Por Karen Loewenthal.

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